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Café vocacional com padre Sérgio

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Neste Café Vocacional, padre Fagner recebe o padre Sergio, missionário Redentorista e pároco da Igreja da Glória em Juiz de Fora -MG. Nesta conversa padre Sergio partilha sobre sua experiência vocacional como religioso consagrado, como padre e como pároco responsável por animar outras vocações em sua paróquia. Acompanhe!

Café Vocacional com Eliana Brabo

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Eliana é farmacêutica e conta pra nós sua experiência vocacional e um pouco sobre o trabalho que ela realiza.

A missão dos cristãos

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Em sua exortação apostólica sobre a santidade, o Papa Francisco afirma que quem deseja verdadeiramente dar glória a Deus com a sua vida, quem realmente quer acolher a graça da santificação, é chamado a se gastar e a se cansar procurando viver as obras de misericórdia promovendo a dignidade da vida do outro. Comentando a bem aventuranças “Felizes os que choram, porque serão consolados”, ele realça que a cultura atual propõem o contrário, que ao invés de encontrar a própria realização gastando a vida em prol da promoção da vida do outro, a proposta do mundo é fugir dos problemas, afirmando que o que torna a vida boa seria apenas o entretenimento, o prazer e o divertimento. O mundanoensina a fugir das situações de doença e de aflição na família. O mundo não quer chorar, prefere ignorar as situações dolorosas, cobri-las, escondê-las. Porém, as pessoas que veem as coisas como realmente são e se deixam ferir pela aflição e choram no seu coração são capazes de alcançar as profundezas da vida…

Café Vocacional com o Diác. Emerson

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Neste café vocacional, Padre Fagner recebe o Diácono Emerson da Arquidiocese de Juiz de Fora, que partilha conosco sua experiência vocacional. Confira!

Nosso Deus é um Deus ferido

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O caminho para o conhecimento de Deus está oculto na fraqueza, na humilhação e na impotência do crucificado. O encontro com Deus ocorre naquele lugar que nós não achamos possível, pois Ele está perto de nós e em nós, naturalmente e em forma simples, não no brilho da glória, mas na humilhação, na mansidão; de forma que poderíamos acreditar que não é Ele, mas é verdadeiramente Ele. É preciso deixar-se encontrar com o Deus que se revela na cruz, pois é por meio de suas feridas que O encontramos. Nosso Deus é um Deus ferido. Se não vemos as feridas, é provável que se trate de uma ilusão, de uma projeção dos nossos desejos. Nosso Deus se revela para nós apresentando as cicatrizes dos pregos. (Cf. Jo 20,20-27). Cristo vem até nós e não esconde suas feridas, antes as mostra querendo encorajar-nos a despirmos das nossas armaduras, máscaras e maquiagens; a contemplarmos as feridas e as cicatrizes que escondemos dos outros e de nós mesmos debaixo das camadas de proteção e também a olharmos para …

Café Vocacional com Sandra Hansen

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Neste programa, padre Fagner entrevista a Sandra Hansen, que nos fala sobre a sua experiência vocacional na coordenação do Ambulátório da Glória. Esse ano o Ambulatório completa 65 anos de trabalho, oferecendo assistência social, médica, odontológica, psicológica e espiritual aos mais necessitados. Veja o testemunho da Sandra

Sede perfeitos como vosso pai celeste é perfeito

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Seguir a Jesus não é um projeto individual, isolando-se dos demais. É, na verdade, uma peregrinação feita na companhia e com o apoio de outros. Ser discípulo de Jesus é ser solidário para com os irmãos e as irmãs com quem crescemos na experiência da fé, da esperança e do amor, pela ação do Espírito Santo presente na igreja como comunidade. A conversão de uma pessoa a Deus não é real se ela fica centrada em si mesma e não se abre ao próximo, para Jesus, o auge do ser humano é ser como Deus e agir a partir do amor gratuito e incondicional a todos. O amor é incondicional porque a relação de Deus conosco não se baseia na justiça, mas no amor gratuito. O Pai faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos (cf. Mt 5, 45), e nós como filhos deste Pai que é amor, devemos agir como Ele: “Sede perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48). Este é o convite feito ao cristão para conviver com seus irmãos, não segundo a justiça, mas segundo o amor. Está aí, p…

Café Vocacional - Entrevista com o Ir. Pedro, C.Ss.R.

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Neste programa, Pe. Fagner entrevista o Irmão Pedro Magalhães, missionário redentorista. Atualmente o irmão trabalha em Juiz de Fora como formador da Comunidade Vocacional Santo Afonso, onde moram os jovens aspirantes a vida consagrada da Congregação Redentorista. Ele também é membro da comunidade dos missionários que trabalham na paróquia da Glória. Acompanhe o seu testemunho vocacional

O coração que arde com a Palavra

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Dois presos estavam separados por uma parede, tristes por se sentirem sós. Até que, de repente, um ouviu uma batida que vinha do outro lado e respondeu batendo na parede também; então ambos descobriram que poderiam se comunicar através da parede e se sentiram menos sós e um pouco mais aliviados. A parede que os separava era também aquilo que permitia que se comunicassem. Tudo depende do sentido que se dá. Um sofrimento pode ser para nós um muro que nos separa de Deus ou pode nos conectar ainda mais a Ele, caso utilizemos o sofrimento como um meio de encontro com o Senhor. É preciso bater nesse muro e ficar atento às batidas do outro lado e interpretar a linguagem de signos desse tipo de comunicação. Uma comunicação que só é acessível pela fé.   Como vemos na história, uns se entregam de forma radical, outros encontram dificuldade em se lançar. A relação entre Deus e o homem acontece de forma misteriosa. Deus se dirige, silenciosamente, ao coração de cada ser humano e quando este se vol…

Tocar as feridas

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É curioso o fato de que Tomé somente se livrou de suas dúvidas quando teve o contato com as feridas de Cristo. Talvez a nossa fé só alcance a maturidade quando subir o íngreme "caminho da cruz", quando passar pela porta estreita das feridas de Cristo. Só poderemos acreditar em Cristo - poder clamar "meu Senhor e meu Deus", como Tomé,quando tocarmos as feridas de Jesus, das quais existem tantas no nosso mundo, pois Jesus se identifica com todos os pequenos e doentes. Todas as feridas dolorosas, todo o sofrimento do mundo e da humanidade são "as feridas de Cristo". Nenhum de nós pode se considerar capaz de curar todas as feridas do mundo, nem mesmo o próprio Jesus fez isso durante seu ministério na Terra. Mesmo assim não podemos fugir e voltar as costas para elas: precisamos, no mínimo, vê-las, tocá-las e permitir que ela nos comova. Se eu permanecer indiferente, insensível, ileso diante das feridas de Cristo, como poderia confessar: “meu Senhor e meu Deus”…