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Sensibilidade ecológica

Já reparou na nossa capacidade de reconhecer o valor das outras criaturas, que nos dá a capacidade de colocar limites em nossos interesses para evitar sofrimentos aos outros? Para o Papa Francisco, “a atitude basilar de se autotranscender, é a raiz que possibilita todo cuidado dos outros e do meio ambiente” (LS 208). Podemos superar o individualismo e desenvolver um estilo de vida alternativo, que torna possível uma mudança na sociedade (cf. LS 208).

Convido você a deixar crescer em seu coração a sensibilidade ecológica. Manifestar essa sensibilidade que está em você e lutar pelo meio ambiente, mesmo em meio ao contexto de altíssimo consumo e bem estar que vivemos hoje em dia desafiando o nosso propósito de opção radical por novos hábitos. Assim, o Papa acredita que estamos diante de um desafio educativo (cf. LS 209).


Podemos com a educação ambiental criar uma consciência crítica ao “mito” da modernidade de um progresso ilimitado, sustentado pelo mercado e pelo consumismo. O que podemos fazer é investir na humanização do próprio ser humano, ajudando-o a ser mais solidário com todos os seres vivos. A educação ambiental pode nos predispor-nos a dar um salto para o Mistério que nos impulsiona a solidariedade universal e para uma maior profundidade existencial

O ser humano possui profundidade. Ele consegue captar o que está além das aparências. “As coisas todas não são apenas coisas. São símbolos e metáforas de outra realidade que está sempre além e que nos remete a um nível cada vez mais profundo”. Captar a profundidade das coisas é o que chamamos de espírito. “Espírito não é uma parte do ser humano, é aquele momento pleno de nossa totalidade consciente, vivida e sentida dentro de outra totalidade maior que nos envolve e nos ultrapassa”. Tu és isso tudo, “o Reino de Deus está dentro de vós”. 

Vamos nos abrir e nos predispor a habitar poeticamente a Terra”, “senti-la como algo vivo, evocativo, grandioso e mágico [...]. A poesia supõe a criação, que faz com que a pessoa se sinta tomada por uma força maior do que ela, que lhe traz conexões inusitadas, iluminações novas, metáforas significativas. Sob a força da criação, a pessoa canta, dança e sai da normalidade”.

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